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Biometria facial: confirme que quem assina é quem está no documento

Senha, e-mail e SMS comprovam que alguém tem acesso a determinado canal. A biometria facial vai além: o Signater compara o rosto capturado ao vivo com a foto do documento de identidade antes de permitir a assinatura.

Biometria facial: confirme que quem assina é quem está no documento

Um código enviado por e-mail mostra que a pessoa tem acesso àquele endereço. Um código por SMS mostra que ela está com aquele telefone.

Mas nenhuma dessas verificações responde a uma pergunta importante em alguns contratos: quem está assinando é realmente a pessoa que aparece no documento?

É esse o papel da biometria facial do Signater.

Durante a assinatura, o signatário apresenta um documento de identidade e passa por uma selfie com prova de vida. O Signater compara o rosto capturado ao vivo com a foto do documento. Se a comparação não atingir o nível necessário, a assinatura não é concluída.

Como funciona a biometria facial?

A biometria facial combina três etapas:

  1. Documento de identidade: o signatário apresenta um documento com foto.
  2. Selfie com prova de vida: o sistema verifica se existe uma pessoa real diante da câmera naquele momento.
  3. Comparação facial: o Signater compara o rosto capturado com a foto presente no documento.

Como a comparação depende das duas imagens, ativar a biometria facial também exige o documento de identidade e a selfie avançada.

1. O signatário apresenta o documento

O primeiro passo é capturar a frente do RG, CNH ou passaporte. Quando necessário, o verso também é solicitado.

O Signater verifica se a imagem apresentada corresponde a um documento de identidade com foto. Isso evita que uma imagem inadequada avance para a etapa de comparação facial.

O documento enviado fica associado ao envelope como evidência da validação. A imagem não é simplesmente incorporada ao PDF assinado que será compartilhado entre as partes.

2. A selfie inclui prova de vida

Uma selfie comum mostra apenas uma imagem do rosto. A selfie avançada com prova de vida acrescenta uma etapa para verificar se existe uma pessoa real diante da câmera naquele momento.

Isso ajuda a impedir tentativas de apresentar uma fotografia impressa, uma imagem em outra tela ou uma gravação no lugar da pessoa.

Durante a captura, o signatário segue as instruções exibidas na tela. O processo utiliza técnicas de detecção de ataques de apresentação alinhadas à norma ISO/IEC 30107-3.

A análise acontece no servidor do Signater. O navegador é utilizado para realizar a captura e enviar os dados necessários para a validação.

3. O Signater compara os rostos

Depois da captura, o Signater compara o rosto presente na selfie com a fotografia do documento e calcula o nível de semelhança.

A comparação utiliza uma escala de 0 a 100, e a assinatura só prossegue quando o resultado atinge o mínimo necessário.

Se os rostos não forem compatíveis, o signatário recebe a informação de que a comparação não passou e pode tentar novamente. Depois de um número excessivo de tentativas, o envelope pode ser cancelado e será necessário solicitar um novo processo de assinatura ao remetente.

É justamente essa combinação que torna a validação mais forte: alguém pode até estar com o documento de outra pessoa, mas ainda precisará apresentar um rosto compatível com a fotografia daquele documento.

Quem assina precisa instalar alguma coisa?

Não.

O signatário acessa o envelope pelo navegador, usando o celular ou computador. A câmera do próprio dispositivo é utilizada para realizar as capturas.

Se a assinatura estiver sendo feita em um computador sem câmera, o Signater pode direcionar a captura para o celular por meio de um código QR. Depois da validação, o signatário continua o processo no computador.

O que fica registrado no certificado?

O certificado de conclusão informa quais fatores de identidade foram utilizados durante a assinatura.

A selfie também pode aparecer no certificado de conclusão. A imagem do documento permanece armazenada como evidência do envelope, sem precisar ser incorporada ao PDF que circula entre as partes.

Isso permite que, mesmo muito tempo depois da assinatura, seja possível identificar quais etapas de validação foram realizadas.

Como dados biométricos são considerados dados pessoais sensíveis pela LGPD, o tratamento dessas informações é detalhado na Política de Privacidade do Signater.

Como ativar a biometria facial

A biometria é configurada por signatário dentro do envelope:

  1. Abra a etapa de Signatários no editor do envelope.
  2. Selecione o signatário que deverá passar pela validação.
  3. Em Validação de identidade avançada, ative Biometria facial.
  4. Salve o signatário e continue a configuração do envelope.

O Signater adiciona automaticamente o documento de identidade e a selfie avançada, necessários para realizar a comparação.

Você também pode combinar a biometria com outros fatores, como SMS ou WhatsApp.

Quando vale a pena usar biometria facial?

A biometria não precisa ser aplicada a todos os contratos. Ela faz mais sentido quando existe um risco maior associado à identidade de quem está assinando.

Para contratos rotineiros em que a identidade já é conhecida, um código por e-mail ou outro fator mais simples pode oferecer uma experiência mais rápida.

Disponibilidade

Documento de identidade, selfie avançada e biometria facial fazem parte dos planos Business e Enterprise. A selfie simples continua disponível em todos os planos, inclusive no Free.

Conheça também todos os recursos de validação de identidade do Signater.

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Pessoas em frente a um laptop analisando sua tela

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