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Departamento Jurídico

Contratos, NDAs e aprovações que passam pelo jurídico saem do gargalo: minuta padronizada, ordem de assinatura controlada e trilha de auditoria completa. Para departamentos jurídicos que respondem por toda a empresa.

Reunião de trabalho com revisão de contrato em escritório

Os documentos que passam pelo jurídico

Da minuta à assinatura: o que departamentos jurídicos mais aprovam e formalizam.

Contratos com fornecedores e clientes

O contrato-mãe da operação: minuta do jurídico, dados do negócio e assinatura das partes sem troca infinita de versões por e-mail.

NDAs e confidencialidade

A confidencialidade assinada antes da conversa começar: due diligence, parcerias e propostas circulam protegidas.

Procurações corporativas

Poderes de representação concedidos e renovados com controle: quem pode o quê, formalizado e arquivado; atos que exigem instrumento público seguem a forma própria.

Atas e deliberações

Sócios e diretoria deliberam, e a ata colhe as assinaturas de todos sem esperar a próxima presença física; para levar a registro, valem as exigências do órgão de destino.

Acordos extrajudiciais

O acordo que evita o processo, assinado enquanto a disposição existe, com as validações de identidade registradas.

Aditivos e renovações

Vigência, preço e escopo atualizados sem reabrir o contrato: o aditivo referencia o original e segue para as mesmas partes.

Notificações formais

Notificações e comunicados com destinatário identificado e recebimento evidenciado na trilha do envelope.

Distratos

O encerramento formalizado com as condições de saída aceitas por escrito pelas partes.

Da minuta aprovada ao contrato arquivado

O ciclo de um contrato dentro do jurídico, em quatro passos.

  1. A área pede, o template responde

    A solicitação do negócio cai em uma minuta padronizada com campos tipados: o jurídico controla o texto, a área preenche só o que muda.

  2. O envelope define quem assina em que ordem

    Contraparte primeiro, diretoria depois: a ordem de assinatura sequencial garante que ninguém assina antes da hora.

  3. As partes assinam onde estiverem

    Sem imprimir e sem reunião de assinatura: cada parte valida a identidade e assina pelo navegador.

  4. O contrato arquiva a própria evidência

    Envelope concluído vira arquivo certificado no cofre certo, com trilha de auditoria completa de quem assinou e como.

Quem assina é quem tem poderes

Fatores de identidade configurados por signatário. Cada validação registrada entra como evidência na trilha de auditoria do envelope.

Código por e-mail

O código de 6 dígitos chega ao e-mail corporativo da contraparte e é exigido no momento de assinar.

Senha do emissor

O jurídico define uma senha e a combina com a contraparte pelo canal que preferir. A assinatura só avança com a senha correta.

Selfie com prova de vida

Para procurações e acordos sensíveis, o signatário confirma a identidade com selfie e prova de vida antes de assinar.

Os nove fatores disponíveis, da selfie com prova de vida à validação por PIX, estão na página de Validação de identidade

Os recursos que fazem esse fluxo rodar

Cada card abre a página completa do recurso, com o funcionamento em detalhe.

Feito para integrar

O CLM da empresa dispara minutas pela API e recebe contratos assinados por webhook, com trilha de auditoria completa.

Perguntas frequentes

Contrato assinado eletronicamente tem validade jurídica?

Sim: com amparo na MP 2.200-2/2001, contratos por instrumento particular podem ser assinados eletronicamente. O Signater produz assinatura eletrônica avançada baseada em certificado digital, no padrão PAdES, e as validações de identidade de cada signatário ficam registradas na trilha de auditoria do envelope.

Consigo garantir que o diretor só assina depois da contraparte?

Sim. A ordem de assinatura sequencial do envelope define a sequência: cada signatário só recebe a vez quando o anterior conclui. Dá para combinar grupos e ordem em um mesmo envelope.

Como o jurídico mantém o padrão das minutas?

Com templates: o texto aprovado vira um modelo com campos tipados e versionamento. As áreas preenchem os campos, não mexem no texto, e toda alteração de minuta nasce em uma versão nova.

O que fica registrado para auditoria e compliance?

Cada envelope concluído gera um arquivo certificado com a trilha completa: quem assinou, quando, com quais validações de identidade. Cofres controlam acesso por área e os relatórios consolidam a operação.

Procuração corporativa pede mais rigor. O que eu uso?

Suba o nível por signatário: selfie com prova de vida ou a assinatura com o certificado ICP-Brasil do próprio outorgante, que torna a assinatura qualificada. O mesmo envelope aceita níveis diferentes pra cada parte.

Como garanto que ninguém assina fora da alçada?

Cofres com controle de acesso definem quem cria e envia; a ordem sequencial garante que o contrato só chega à diretoria depois das aprovações anteriores.

A contraparte precisa criar conta para assinar?

Não. A contraparte recebe o convite por e-mail, SMS ou WhatsApp, abre o documento no navegador e assina depois de validar a identidade com os fatores que você configurou. Sem aplicativo, sem cadastro e sem certificado digital obrigatório.

Pessoas em frente a um laptop analisando sua tela

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