Termos de consentimento, contratos de prestação de serviços e termos de teleatendimento assinados eletronicamente. O paciente assina na própria recepção, pelo link, e o documento chega ao cofre da clínica sem passar pelo papel.
Do balcão da recepção à alta do paciente: o que clínicas, consultórios, hospitais e laboratórios mais colocam para assinar.
O paciente, ou quem responde por ele, declara ciência dos riscos e autoriza o procedimento por escrito. O TCLE sai assinado ainda na recepção, sem atrasar a agenda.
Plano de tratamento, valores e responsabilidades acertados entre clínica e paciente. Cada parte assina pelo próprio link, no balcão ou em casa.
Quem é atendido a distância aceita as condições da consulta pelo navegador do celular, e o atendimento online começa com o combinado documentado.
O consentimento que a LGPD prevê para dados pessoais e de saúde vira documento assinado e arquivado. Quem autorizou, e quando, fica provado.
O credenciamento junto a planos de saúde e operadoras é formalizado entre as duas empresas: um envelope reúne as assinaturas dos dois lados.
Médicos, dentistas e terapeutas que atendem na clínica assinam as condições da parceria de onde estiverem. A administração não roda papel atrás de ninguém.
Na admissão, o responsável pelo paciente assume os compromissos da internação por escrito. A trilha de auditoria registra data e hora de cada assinatura.
O paciente preenche a anamnese e os dados cadastrais durante a assinatura do termo: os campos que a clínica configurar voltam estruturados, prontos pro prontuário.
Como o documento mais assinado da clínica percorre o Signater, em três passos.
O modelo do TCLE já tem o texto pronto: quem atende preenche paciente e procedimento em um formulário de tela única e o documento é gerado na hora.
O link abre no dispositivo da própria clínica, em modo presencial. O paciente confere o termo, valida a identidade com os fatores configurados e assina antes de entrar para o procedimento.
O arquivo certificado consolida quem assinou, quando e com quais validações, e o termo fica no cofre da clínica onde o envelope nasceu, visível só para o setor com acesso.
Fatores configurados por signatário ajudam a comprovar que quem assinou é o paciente do cadastro. Cada validação registrada vira evidência na trilha de auditoria do envelope.
Gere o link no dispositivo da própria clínica e colha a assinatura na hora, com o paciente ainda no balcão. É o modo natural da recepção.
A câmera do navegador captura a selfie com detecção ativa de prova de vida, gestos como piscar e sorrir verificados no próprio dispositivo. A foto entra no arquivo certificado como evidência visual do ato.
Um código que a clínica define e informa ao paciente no atendimento. A assinatura só avança com a senha correta, uma confirmação simples para quem está cara a cara.
A selfie e a senha estão entre os nove fatores da página de Validação de identidade
O que sustenta esse fluxo, recurso por recurso: cada card leva à página completa, com o funcionamento em detalhe.
Termo, contrato e ficha seguem no mesmo fluxo para paciente e responsável, com um arquivo certificado único ao final.
O TCLE e o contrato padrão viram modelos com campos tipados; cada envelope registra qual versão do termo foi assinada.
Um cofre de grupo por setor: a recepção não vê o que é do faturamento, e a busca encontra o termo certo depois.
Nove fatores configuráveis por signatário, da senha do emissor à selfie com prova de vida, cada um registrado como evidência.
O prontuário eletrônico dispara termos pela API e recebe o consentimento assinado por webhook, vinculado ao paciente.
Sim, com a assinatura presencial: você gera o link no dispositivo da própria clínica e o paciente assina ali, sem instalar aplicativo e sem depender do celular dele.
Não. Transforme cada termo em um template: o texto fixo fica pronto e campos tipados marcam o que varia, como paciente e procedimento. A emissão é um formulário de tela única, e cada alteração no modelo gera uma versão nova, com o envelope registrando qual versão foi assinada.
Sim, com cofres de grupo: você escolhe quais usuários participam de cada cofre, e só eles veem os documentos dali. Recepção, faturamento e direção clínica podem ter cofres separados, e quem está fora do grupo não tem acesso.
Enviando o convite por e-mail, SMS ou WhatsApp: o paciente abre o link e assina no navegador do celular, sem instalar nada. Você recebe a notificação em tempo real quando ele conclui, e os lembretes automáticos cobram quem ainda não assinou.
Sim: documentos entre particulares podem ser assinados eletronicamente com amparo na MP 2.200-2/2001. O Signater produz assinatura eletrônica avançada baseada em certificado digital, no padrão PAdES, e o arquivo certificado reúne as evidências de quem assinou, quando, de onde e com quais validações.
Anamnese e termos ficam no envelope, com acesso controlado por cofre e registro de quem viu o quê. Criptografia e controles estão na página de Segurança.
O responsável legal assina como signatário identificado: a validação registra quem ele é, e o termo pode indicar a relação com o paciente nos campos do documento.
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