Recursos

Validação de identidade

Uma assinatura vale pelo que você consegue provar depois. O Signater comprova a identidade de quem assinou com fatores configuráveis, do código por e-mail à validação por PIX.

Cada fator validado é registrado na trilha de auditoria e consolidado no arquivo certificado: evidência forense do ato de assinar.

Fatores de identidade

Cada fator cobre um ângulo diferente da identidade; juntos, eles elevam a barra na medida do risco do documento.

Código por e-mail

Um código de 6 dígitos chega à caixa de entrada do signatário e precisa ser informado antes de assinar.

Código por SMS

O código de 6 dígitos vai por mensagem de texto, com roteamento entre múltiplos provedores e cobertura nacional e internacional.

Código por WhatsApp

Mesma mecânica, outro canal: o código chega no WhatsApp do signatário, via Meta Cloud API com modelos pré-aprovados.

Senha do emissor

Um código de conhecimento que você define e o signatário precisa informar. A assinatura só avança com a senha correta.

PIX com dados do pagador

O signatário faz um pagamento PIX e o arranjo devolve nome, CPF/CNPJ, banco e ISPB do pagador. Identidade atestada pelo sistema bancário.

Certificado digital A1

O signatário assina com o próprio certificado (.pfx/.p12), e a assinatura é gerada com a chave privada dele.

Selfie com prova de vida

A câmera do navegador captura a selfie com detecção ativa de prova de vida: gestos como piscar e sorrir, verificados no próprio dispositivo.

Geolocalização

O IP do signatário é resolvido em cidade, região e país. Quando o navegador autoriza, entram também as coordenadas, com geolocalização reversa.

Links de acesso único

Cada convite gera um link próprio: e-mail, SMS e lembrete são links diferentes — rastreáveis e revogáveis a qualquer momento.

Validação por PIX

A prova de identidade que vem do banco

O signatário realiza um pagamento PIX simbólico. Em resposta, o arranjo devolve os dados do pagador: nome, documento (CPF/CNPJ), banco e código ISPB da instituição, além do identificador da transação.

Nada disso é declarado pelo signatário; tudo retorna do sistema bancário depois de um pagamento real. O resultado fica registrado na trilha de auditoria, junto das demais evidências do envelope.

Prova de vida

Selfie com prova de vida, na câmera que estiver à mão

O fator de selfie confirma que existe uma pessoa real diante da câmera — não uma foto ou um vídeo reproduzido — e vincula a captura ao ato da assinatura.

Assinando pelo computador sem câmera? O sistema emite um QR code na hora: o signatário aponta o celular, captura a selfie por lá e o fluxo continua de onde parou.

A imagem e o resultado da verificação entram como evidência na trilha de auditoria, junto aos demais fatores.

Códigos de verificação

Código de 6 dígitos por e-mail, SMS ou WhatsApp

O código é gerado e enviado na hora, pelo canal que o dono do envelope escolher — e vale por 5 minutos. Depois disso, expira e um novo precisa ser solicitado.

A janela curta fecha a porta para códigos interceptados ou reaproveitados: o que chega no aparelho do signatário só serve naquele momento.

Senha do emissor

Senha combinada, com dica para o signatário

O dono do envelope define uma senha que só ele e o signatário conhecem — combinada por fora, num canal que os dois já usam.

E pode deixar uma dica exibida na tela de assinatura, como "CPF — apenas números": o signatário certo entende na hora, sem precisar perguntar.

Certificado digital próprio

Certificado A1 cadastrado uma vez, usado sempre

O signatário pode cadastrar o certificado digital na própria conta: o upload do arquivo e a senha acontecem uma única vez.

Nas assinaturas seguintes, é um clique — sem anexar o .pfx de novo, sem redigitar senha. O certificado fica guardado com a senha cifrada em repouso.

Geolocalização

Onde a assinatura aconteceu, no mapa

Com a permissão do navegador, a assinatura registra as coordenadas do signatário no momento do ato — latitude e longitude direto no arquivo certificado.

Para quem assina em campo — o motorista no pátio, a vistoria no imóvel, a obra no canteiro — o onde vira prova, junto do quando.

Sem a permissão, o fluxo segue normalmente — e o sistema ainda triangula a localização aproximada a partir do IP, registrada na trilha de auditoria junto aos demais fatores.

Trilha de auditoria

Cada tentativa vira evidência

Toda tentativa de validação é registrada com IP, geolocalização, dispositivo e método utilizado — inclusive as incorretas.

Um código errado antes do acerto também conta a história do ato. Em uma disputa, você demonstra não só que a validação aconteceu, mas como aconteceu.

Configuração

Você escolhe os fatores

A exigência é definida por signatário, por envelope: o contrato crítico pede PIX e selfie; a rotina, só o código por e-mail.

No mesmo envelope, cada signatário pode ter uma combinação diferente: mais camadas para quem assume a obrigação, menos atrito para os demais.

Perguntas frequentes

O código enviado por e-mail, SMS ou WhatsApp expira?

Sim. O código de 6 dígitos é gerado e enviado na hora, e vale por 5 minutos. Depois disso, expira e o signatário solicita um novo — a janela curta impede o reaproveitamento de códigos interceptados.

Quais fatores estão disponíveis no meu plano?

Depende do plano. O código por e-mail e a senha definida pelo emissor estão em todos os planos, inclusive no Grátis — e todo envelope registra geolocalização e links de acesso único como evidência. Os códigos por SMS e WhatsApp e a selfie com prova de vida entram nos planos pagos, a partir do Starter; a validação por PIX e o certificado digital A1 do próprio signatário, nos planos Business e Enterprise.

Como funciona a validação por PIX?

O signatário realiza um pagamento PIX simbólico e o arranjo devolve os dados do pagador: nome, documento (CPF/CNPJ), banco e código ISPB da instituição, além do identificador da transação. Esses dados ficam registrados na trilha de auditoria como evidência de identidade.

A selfie faz análise ou comparação do rosto?

Não. A selfie funciona como prova de vida: a câmera do navegador captura a imagem com detecção ativa de gestos, como piscar e sorrir, executada no próprio dispositivo. A foto é anexada ao arquivo certificado, na seção de selfies de validação, como evidência visual do ato.

Posso exigir mais de um fator do mesmo signatário?

Sim. A combinação é configurável por signatário, por envelope: dá para exigir, por exemplo, PIX e selfie da mesma pessoa em um contrato crítico. Cada fator validado entra na trilha de auditoria e no arquivo certificado.

O que fica registrado se alguém errar o código?

A tentativa incorreta é registrada como as demais: IP, geolocalização, dispositivo e método utilizado. O histórico completo, com erros e acertos, é consolidado no arquivo certificado ao final do envelope.

Pessoas em frente a um laptop analisando sua tela

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