Uma assinatura vale pelo que você consegue provar depois. O Signater comprova a identidade de quem assinou com fatores configuráveis, do código por e-mail à validação por PIX.
Cada fator validado é registrado na trilha de auditoria e consolidado no arquivo certificado: evidência forense do ato de assinar.
Cada fator cobre um ângulo diferente da identidade; juntos, eles elevam a barra na medida do risco do documento.
Um código de 6 dígitos chega à caixa de entrada do signatário e precisa ser informado antes de assinar.
O código de 6 dígitos vai por mensagem de texto, com roteamento entre múltiplos provedores e cobertura nacional e internacional.
Mesma mecânica, outro canal: o código chega no WhatsApp do signatário, via Meta Cloud API com modelos pré-aprovados.
Um código de conhecimento que você define e o signatário precisa informar. A assinatura só avança com a senha correta.
O signatário faz um pagamento PIX e o arranjo devolve nome, CPF/CNPJ, banco e ISPB do pagador. Identidade atestada pelo sistema bancário.
O signatário assina com o próprio certificado (.pfx/.p12), e a assinatura é gerada com a chave privada dele.
O signatário tira uma selfie com a câmera do dispositivo; a foto é anexada ao arquivo certificado como evidência visual do ato.
A câmera do navegador faz uma prova de vida ativa, testada contra o padrão de ataque de apresentação ISO/IEC 30107-3, confirmando que quem assina é uma pessoa real — não uma foto ou vídeo gravado.
O signatário anexa o documento de identidade — RG, CNH ou passaporte — e ele passa a integrar a evidência do envelope, vinculado à assinatura que respalda.
Confere a selfie da assinatura com a foto do documento: quem assina é quem está no documento.
O IP do signatário é resolvido em cidade, região e país. Quando o navegador autoriza, entram também as coordenadas, com geolocalização reversa.
Cada convite gera um link próprio: e-mail, SMS e lembrete são links diferentes — rastreáveis e revogáveis a qualquer momento.
Validação por PIX
O signatário realiza um pagamento PIX simbólico. Em resposta, o arranjo devolve os dados do pagador: nome, documento (CPF/CNPJ), banco e código ISPB da instituição, além do identificador da transação.
Nada disso é declarado pelo signatário; tudo retorna do sistema bancário depois de um pagamento real. O resultado fica registrado na trilha de auditoria, junto das demais evidências do envelope.
Prova de vida
O fator de selfie avançada confirma que existe uma pessoa real diante da câmera — não uma foto ou um vídeo reproduzido — e vincula a captura ao ato da assinatura.
A prova de vida é testada contra o padrão de ataques de apresentação ISO/IEC 30107-3 — a régua usada para certificar sistemas de segurança biométrica contra fotos, vídeos e máscaras.
Assinando pelo computador sem câmera? O sistema emite um QR code na hora: o signatário aponta o celular, captura a selfie por lá e o fluxo continua de onde parou.
A imagem e o resultado da verificação entram como evidência na trilha de auditoria, junto aos demais fatores.
Documento de identidade
O signatário anexa o documento de identidade — RG, CNH ou passaporte — dentro do próprio fluxo de assinatura, frente e verso. A captura passa a integrar a evidência do envelope, vinculada à assinatura que respalda.
Ative a biometria facial e ela compara a selfie da assinatura com a foto do documento: quem assina é quem está no documento.
Envios que não parecem um documento de identidade são recusados na hora — a evidência que chega até você é evidência que se sustenta.
Códigos de verificação
O código é gerado e enviado na hora, pelo canal que o dono do envelope escolher — e vale por 5 minutos. Depois disso, expira e um novo precisa ser solicitado.
A janela curta fecha a porta para códigos interceptados ou reaproveitados: o que chega no aparelho do signatário só serve naquele momento.
Senha do emissor
O dono do envelope define uma senha que só ele e o signatário conhecem — combinada por fora, num canal que os dois já usam.
E pode deixar uma dica exibida na tela de assinatura, como "CPF — apenas números": o signatário certo entende na hora, sem precisar perguntar.
Certificado digital próprio
O signatário pode cadastrar o certificado digital na própria conta: o upload do arquivo e a senha acontecem uma única vez.
Nas assinaturas seguintes, é um clique — sem anexar o .pfx de novo, sem redigitar senha. O certificado fica guardado com a senha cifrada em repouso.
Geolocalização
Com a permissão do navegador, a assinatura registra as coordenadas do signatário no momento do ato — latitude e longitude direto no arquivo certificado.
Para quem assina em campo — o motorista no pátio, a vistoria no imóvel, a obra no canteiro — o onde vira prova, junto do quando.
Sem a permissão, o fluxo segue normalmente — e o sistema ainda triangula a localização aproximada a partir do IP, registrada na trilha de auditoria junto aos demais fatores.
Trilha de auditoria
Toda tentativa de validação é registrada com IP, geolocalização, dispositivo e método utilizado — inclusive as incorretas.
Um código errado antes do acerto também conta a história do ato. Em uma disputa, você demonstra não só que a validação aconteceu, mas como aconteceu.
Configuração
A exigência é definida por signatário, por envelope: o contrato crítico pede PIX e selfie avançada; a rotina, só o código por e-mail.
No mesmo envelope, cada signatário pode ter uma combinação diferente: mais camadas para quem assume a obrigação, menos atrito para os demais.
Sim. O código de 6 dígitos é gerado e enviado na hora, e vale por 5 minutos. Depois disso, expira e o signatário solicita um novo — a janela curta impede o reaproveitamento de códigos interceptados.
Depende do plano. O código por e-mail, a senha definida pelo emissor e a selfie básica estão em todos os planos, inclusive no Free — e todo envelope registra geolocalização e links de acesso único como evidência. A validação por PIX e o certificado digital A1 do próprio signatário entram a partir do Starter. A selfie avançada com prova de vida, a captura de documento de identidade e a biometria facial opcional entram no Business e Enterprise, junto com os códigos por SMS e WhatsApp.
O signatário realiza um pagamento PIX simbólico e o arranjo devolve os dados do pagador: nome, documento (CPF/CNPJ), banco e código ISPB da instituição, além do identificador da transação. Esses dados ficam registrados na trilha de auditoria como evidência de identidade.
Por padrão, a selfie não é conferência de identidade. A selfie avançada (Business e Enterprise) faz uma prova de vida — testada contra o padrão de ataque de apresentação ISO/IEC 30107-3 — que confirma que uma pessoa real está assinando, não uma foto ou um vídeo gravado; sozinha, ela não identifica você nem compara o seu rosto com nenhuma base de dados. Nesses planos, o emissor pode adicionalmente exigir um documento de identidade e ativar uma biometria facial opcional, que compara a selfie da assinatura com a foto desse documento — e mesmo assim nada é consultado em bases externas. A selfie básica disponível em todos os planos é simplesmente uma foto ao vivo anexada ao arquivo certificado como evidência do ato.
Sim. A combinação é configurável por signatário, por envelope: dá para exigir, por exemplo, PIX e selfie da mesma pessoa em um contrato crítico. Cada fator validado entra na trilha de auditoria e no arquivo certificado.
A tentativa incorreta é registrada como as demais: IP, geolocalização, dispositivo e método utilizado. O histórico completo, com erros e acertos, é consolidado no arquivo certificado ao final do envelope.
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Nossa equipe ajuda a calibrar os fatores para cada tipo de documento: quando o código por e-mail basta e quando vale exigir PIX e selfie avançada. Tire suas dúvidas sobre funcionalidades, planos e implementação direto no WhatsApp.