Assinatura eletrônica com validade jurídica para propostas de crédito, contratos de empréstimo, termos de adesão e os demais documentos de bancos, fintechs, seguradoras e cooperativas. O cliente valida a identidade por PIX e selfie com prova de vida antes de assinar, e cada validação vira evidência na trilha de auditoria.
Da concessão à cobrança: o que bancos, fintechs, seguradoras e cooperativas mais colocam para assinar.
Aprovado o crédito, a proposta segue pelo link e volta assinada com as evidências de identidade anexadas, sem ida à agência.
Mutuário, avalista e instituição assinam o mesmo instrumento, cada um pelo próprio link, na ordem que a operação pedir.
Abertura de conta, cartão, consórcio: o cliente adere pelo próprio celular e o aceite fica registrado com data, hora e carimbo do tempo.
O titular outorga poderes de movimentação ou representação por instrumento particular, e a validação de identidade registra quem outorgou.
O acordo fechado na mesa de cobrança vira termo assinado antes de o devedor mudar de ideia. As novas condições ficam documentadas, com data e hora de cada assinatura.
Alienação fiduciária, penhor ou fiança? O garantidor assina com a validação que o risco pedir, e o vínculo fica formalizado junto ao contrato principal; garantias que exigem registro, como a alienação fiduciária, seguem a etapa própria no órgão de registro.
O caminho de uma proposta dentro do Signater, em quatro passos.
Crédito aprovado, você monta o envelope e o cliente recebe o convite por e-mail, SMS ou WhatsApp, com os fatores de identidade já configurados.
Um pagamento PIX simbólico devolve os dados do pagador: nome, CPF/CNPJ, banco e ISPB, atestados pelo arranjo bancário. A selfie com prova de vida completa a verificação.
Validada a identidade, o cliente assina no mesmo acesso, e o arquivo certificado consolida cada evidência com data, hora e carimbo do tempo.
Com a validação de longo prazo, o documento embarca a cadeia de certificados e os dados de revogação: a assinatura segue verificável mesmo depois de os certificados expirarem.
Quem define o rigor é você: os fatores são configurados por signatário e podem ser combinados no mesmo envelope, conforme o risco da operação.
O signatário faz um pagamento simbólico e o arranjo devolve os dados do pagador, que entram no arquivo certificado como evidência atestada pelo sistema bancário.
A câmera do navegador captura a selfie com detecção ativa de prova de vida: gestos como piscar e sorrir, verificados no próprio dispositivo. A foto vira evidência visual do ato.
Nas operações que pedem mais rigor, o signatário assina com o próprio certificado ICP-Brasil (.pfx/.p12), e a assinatura é gerada com a chave privada dele.
O funcionamento de cada um dos nove fatores está na página de Validação de identidade
Cada card leva à página completa do recurso, com o funcionamento em detalhe.
Nove fatores configuráveis por signatário, do código por e-mail ao PIX com dados do pagador, cada tentativa registrada como evidência.
TLS na borda, AES-256-GCM para segredos em repouso, PAdES embutido no PDF, carimbo do tempo e LTV.
Vários documentos e vários signatários em um único fluxo, sequencial ou paralelo, que termina em um arquivo certificado com o histórico completo.
Volume, taxa de conclusão e tempo médio de assinatura por período, além de relatórios de auditoria que reconstituem cada caso.
A esteira de crédito dispara o contrato na aprovação e recebe assinatura, validações e arquivo certificado por webhook.
O signatário realiza um pagamento PIX simbólico e o arranjo devolve os dados do pagador: nome, documento (CPF/CNPJ), banco e código ISPB da instituição, além do identificador da transação. São dados mantidos pelo próprio sistema bancário, e ficam registrados na trilha de auditoria como evidência de identidade.
Sim. Todo documento recebe carimbo do tempo, que atesta o momento em que a assinatura existia. Com a validação de longo prazo (LTV), o documento embarca a cadeia de certificados e os dados de revogação do momento da assinatura, e a verificação deixa de depender de o certificado ainda estar vigente.
O arquivo certificado do envelope: quem assinou, quando, de onde e com quais fatores de identidade. Toda tentativa de validação é registrada com IP, geolocalização, dispositivo e método utilizado, inclusive as incorretas. A trilha de auditoria registra o hash SHA-256 de cada arquivo para conferir a integridade.
Não. Por padrão a assinatura é eletrônica avançada, com amparo na MP 2.200-2/2001: o cliente assina pelo link e valida a identidade com os fatores que você configurar. O Signater produz assinatura eletrônica avançada baseada em certificado digital, no padrão PAdES. Quando o signatário assina com o próprio certificado ICP-Brasil, a assinatura passa a ser qualificada, o nível máximo previsto em lei; o carimbo do tempo qualificado e a validação de longo prazo entram como reforço técnico, mantendo essa assinatura verificável por anos.
Sim. A combinação é configurável por signatário, por envelope: um contrato de crédito pode exigir PIX e selfie com prova de vida da mesma pessoa, enquanto um termo de rotina segue só com o código por e-mail. Cada fator validado entra na trilha de auditoria e no arquivo certificado.
Minutos: a esteira dispara o envelope pela API na aprovação, o cliente valida a identidade e assina no celular. Os relatórios mostram o tempo médio real da sua operação.
Sim: a validação de longo prazo embarca as evidências criptográficas necessárias pra verificação anos depois, mesmo com certificados expirados. É o LTV, incluído nos planos Business e Enterprise.
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Da proposta de crédito ao termo de adesão: crie sua conta gratuita e envie o primeiro envelope hoje. Se preferir, fale com nossos especialistas para ver como o Signater se encaixa na esteira da sua instituição.