Sexta-feira, cinco e meia da tarde. O cliente responde o orçamento com um "fechado, pode começar". Você comemora dois segundos e já sabe o que vem: imprimir duas vias, achar uma caneta que funcione, correr atrás da assinatura dele e, dependendo do documento, ainda levar o papel ao cartório para reconhecer firma. O cliente é de Curitiba, você é de Fortaleza. Some quatro dias de correio, se ninguém esquecer o envelope em cima da mesa.
Você faz então o que muita gente faz. Começa o serviço com o "fechado" da conversa e deixa o contrato para depois. O depois vira nunca, e o nunca aparece três meses adiante, quando a fatura vence, o cliente para de responder e a sua única prova é um print de tela.
Esse mesmo contrato sai assinado em dez minutos, pelo celular do cliente, antes de você fechar o notebook. E agora sai de graça: o plano gratuito do Signater voltou depois de mais de um ano fora do ar. São três envelopes por mês, para sempre, sem cartão de crédito.
A sua conta antiga mudou de plano sozinha
Talvez você já tenha criado uma conta no Signater um dia, testado duas vezes e largado de lado quando o teste acabou. Essa conta mudou enquanto você tocava a vida. Toda conta ativa sem plano pago entrou no Free, sem migração, sem pedido, sem conversa com vendedor. Entre com o mesmo e-mail de sempre e olhe o saldo: os três envelopes do mês estão lá.
Se você nunca criou conta, leva um minuto, e o cartão de crédito fica na carteira. O Free não tem prazo de validade nem contagem regressiva. Todo mês entram três envelopes novos, neste mês, no mês que vem e daqui a dois anos.
O que o Signater faz com o seu contrato
Assinatura eletrônica é assinar pelo celular ou pelo computador, com o mesmo valor de uma assinatura à caneta, sem imprimir e sem juntar todo mundo na mesma sala. O Signater é a plataforma que cuida disso do começo ao fim, e vale a pena acompanhar o contrato de sexta até o final para ver como funciona.
Você arrasta o arquivo do contrato para a tela. Pode ser PDF, Word, planilha ou uma foto do documento: tudo vira PDF no envio. Escreve o nome e o e-mail do cliente, marca com o mouse onde ele assina e escolhe como quer que ele comprove que é ele mesmo. Clica em enviar. Acabou a sua parte.
Do outro lado, o cliente recebe um e-mail com um link. Ele abre no ponto de ônibus, pelo celular, sem instalar aplicativo e sem criar conta em lugar nenhum. Digita o código de seis dígitos que chegou no e-mail dele, lê o contrato, desenha a assinatura com o polegar e confirma. Você recebe o aviso na hora, ainda no ponto de ônibus dele. Quando a última pessoa assina, o PDF final cai no e-mail de todos os envolvidos, igual para cada um.
Esse arquivo vale como o papel assinado à caneta. Quem garante isso são a MP 2.200-2, de 2001, e a Lei 14.063, de 2020, que reconhecem a assinatura eletrônica no Brasil.
Três envelopes, e não três folhas
O contrato de sexta gastou um dos seus três envelopes. Um envelope é o pacote de assinatura, e funciona como o envelope de papel: você põe os documentos e as pessoas dentro, tudo caminha junto e no fim conta como um só.
Pense num contrato de locação com o recibo anexado, assinado pelo locador, pelo locatário e por uma testemunha. São dois documentos e três pessoas, e ainda assim um envelope só. No Free, essa é a régua: até dois documentos, até três pessoas assinando e arquivos de até 5 MB cada.
O saldo só cai quando você manda o envelope para assinatura pela primeira vez. Montar, revisar e apagar rascunho não custa nada, e reenviar o convite para quem esqueceu de assinar também não gasta envelope novo.
Abra o PDF e role até a última página
É ali que mora a diferença entre o arquivo do Signater e um contrato escaneado. O documento chega com a memória do que aconteceu com ele.
A trilha de auditoria é o histórico do envelope, parecido com o rastreamento de uma encomenda: quem abriu, quem assinou, em que dia, a que horas, de qual endereço de internet e de qual aparelho. Cada passo fica registrado no certificado de conclusão, que vai anexado ao PDF.
O carimbo do tempo grava a data e a hora exatas de cada assinatura dentro do próprio arquivo, vindas de uma autoridade de tempo independente. Não dependem do relógio do celular de quem assinou, e ninguém altera depois, nem você, nem o cliente, nem o Signater.
O selo com certificado ICP-Brasil tranca o conteúdo. Se alguém mexer numa vírgula depois da assinatura, o próprio leitor de PDF acusa a alteração quando o arquivo for aberto.
Some a isso a maneira como cada pessoa provou quem era. No Free você combina o que quiser para cada signatário: uma senha combinada entre vocês por telefone, um código de seis dígitos enviado ao e-mail dela, ou uma selfie tirada na hora da assinatura, que fica anexada ao certificado como prova visual de quem estava ali.
O dia em que isso deixa de ser detalhe
Volte ao cliente que sumiu. Com o contrato de papel na gaveta, você prova o que está escrito nele, e só. Com o envelope do Signater, você abre o certificado e mostra que o contrato foi aberto no dia 12 às 9h04, de um IP em Curitiba, num celular Android, e assinado seis minutos depois por quem digitou o código enviado ao e-mail dele. Com esse arquivo na mão, você cobra a dívida em vez de gastar meses provando que o acordo existiu.
O mesmo vale nas horas chatas do dia a dia. O contador pede o contrato de prestação de serviço do ano passado, e você acha pela busca em vinte segundos, sem armário e sem aquela pasta que some justo no dia da fiscalização. O funcionário novo assina o contrato de experiência antes de entrar pela porta. O inquilino assina a renovação sem pegar dois ônibus até a imobiliária.
O que cabe dentro dos três envelopes por mês
O documento assinado no plano gratuito sai igual ao de quem paga. Mesmo selo, mesma trilha, mesmo carimbo do tempo, sem marca de teste no rodapé. O que vem junto:
- Cofres, que são pastas com cadeado. Você separa o que é da empresa do que é pessoal e escolhe quem enxerga cada coisa.
- Contatos salvos, para não redigitar o nome e o e-mail do mesmo cliente a cada envio.
- Busca e relatórios, que encontram qualquer documento, pessoa ou pasta pelo nome, de qualquer tela.
- Avisos em tempo real, quando alguém abre, assina ou recusa o documento.
- Seis idiomas. A plataforma fala português, inglês, espanhol, francês, alemão e italiano, e a tela de assinatura abre no idioma de quem vai assinar.
- Verificação em duas etapas para proteger a sua conta, com código gerado por aplicativo autenticador.
- Suporte por chat dentro da plataforma, também para quem não paga nada.
Os limites, em uma linha: um usuário, três envelopes por mês, três signatários e dois documentos por envelope, 5 MB por arquivo.
Quando três por mês ficam apertados
Chega um mês em que o quarto contrato aparece no dia 20. É um bom sinal, e é a hora de olhar os planos pagos, que começam no Starter, a R$ 39 por mês com 30 envelopes.
Junto com o volume vem o resto. O time inteiro entra na conta, porque todos os planos pagos vêm com usuários ilimitados, e a mensalidade não sobe por causa disso. Aparecem os modelos de documento, para você preencher só o nome e o valor naquele contrato que sai igual toda semana, os lembretes automáticos, que cobram quem enrola no seu lugar, e o agendamento do envio. E a prova de identidade sobe de patamar, com selfie com prova de vida, foto do RG ou da CNH e conferência facial, além de código por SMS e por WhatsApp, PIX e certificado digital.
Quem escolhe o plano anual paga 40% menos e recebe os envelopes do ano inteiro de uma vez, num saldo só que vale os doze meses. A maioria das plataformas do mercado entrega mês a mês e zera o que sobrou na virada. Os preços estão na página de planos, e o post Planos do Signater abre o que cada um inclui.
A troca leva um clique e vale na hora. Se um dia você cancelar, a conta volta para o Free e os seus documentos continuam todos lá.
Comece pelo próximo contrato
Pegue o documento que você ia imprimir amanhã e mande por aqui. Crie sua conta gratuita e assine três documentos por mês, para sempre, sem cartão de crédito. Se quiser ver antes o que o plano entrega, a página de assinatura eletrônica grátis mostra tudo em uma tela.